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Durante entrevista ao Programa Arapuan Verdade, na tarde desta terça-feira (27), o deputado federal Wilson Santiago (PTB) falou sobre a expectativa em relação à CPI da Covid-19 e os investimentos que estão sendo pleiteados junto ao governo federal para ampliar a instalação de leitos, infraestrutura rodoviária e hospitalar no estado. Conforme acompanhou o ClickPB, ele também criticou a lentidão acerca da aplicação dos recursos da ordem de mais de R$ 25 milhões que foram conquistados em 2018 para o Hospital Universitário de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba.

Acerca dos projetos e obras que estão atrasados, o deputado disse que a pandemia atrapalhou todos os segmentos, inclusive as execuções nas áreas de infraestrutura. “Estamos conversando com Bolsonaro e os ministros, além do Reitor da UFCG, para encontrarmos uma saída para executar os investimentos dos R$ 25 milhões adquiridos a três anos atrás para o Hospital Universitário do Sertão. Esses recursos estão no Ministério da Educação, uma vez que são direcionados ao Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares). Poderemos ampliar o hospital existente e construir um anexo no local”, esclareceu.

Com os olhares voltados ao cenário de investigações que serão abertas com a CPI da Covid-19, Wilson Santiago disse torcer para que não haja disputa política dentro da Comissão. “Quando você fala em CPI nunca é bom. O resultado de CPI é sempre desagradável para alguém, para um dos lados. Queira ou não, prejudica o andamento de outras ações que nada tem haver com a CPI. Por outro lado, é necessário que se esclareça alguns pontos, para saber quem teve culpa ou quem está atrapalhando o governo e com isso prejudicando a população. A CPI esclarece muito. Embora, devemos concordar que a CPI não deve ser partidarizada. Ela deve contribuir para avançar na vacina e ajudar a excluir da vida do brasileiro, a doença da Covid-19′, avaliou.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de deixar o PTB e ingressar no Cidadania, partido do governador João Azevêdo, o parlamentar afirmou que o momento descarta qualquer articulação partidária. “Não estamos em um momento para discutir sobre política, mas de trabalhar para salvar vidas em face da pandemia da Covid-19. Vocês sabem que o governador tem declarado que esse não é o ano de fazer especulações. Mesmo quem quer sair, só pode sair quando na conhecida janela que é em abril do próximo ano. Esse assunto de política não é interessante em um momento de pandemia. Nossa prioridade é avançarmos na vacina e no atendimento a população”, explicou.

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